Entre tantos pontos positivos que ficaram evidentes nessa 11ª Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), é necessário registrar uma observação, na intenção de que certos episódios não se repitam na 12ª edição. Depois de assumir nosso compromisso de imprensa local e intensificar esforços na divulgação das atrações nacionais, fomos impedidos de participar da coletiva de imprensa concedida pelo Luan Santana e pelos músicos do Skank.
Justificando que os artistas não recebem veículos de jornal impresso, a comissão organizadora frisou que deveríamos, enquanto Folha do Mate, “nos contentar” em cobrir os shows. Até compreendemos, já que muitas informações estão disponíveis no site e, no caso de rádio e tevê, é fundamental a utilização de voz e imagem, ao contrário da mídia impressa.
Entretanto, fomos surpreendidos ao descobrir que colegas da imprensa regional tiveram acesso ao camarim e às coletivas. E aí, a justificativa inicial perdeu a validade. O que torna diferente um jornal impresso de outro, afinal? Ainda aguardamos a resposta.
Foi frustrante enquanto repórter comprometida com a transmissão de uma informação exclusiva. Foi decepcionante na condição de responsável por divulgar eventos que acontecem nessa cidade. A intenção era apenas levar até os artistas perguntas que os leitores gostariam de saber e, dessa maneira, estabelecer um contato que todo profissional da área da comunicação deve criar.
Diana Azeredo






