Segue na região o impasse sobre a construção do HPS

 Apesar do prazo estabelecido pelo presidente do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), Mário Rabuske, Santa Cruz do Sul ainda não se posicionou sobre a construção do Hospital de Pronto-Socorro Regional (HPS). O município deveria ter dado a resposta até ontem, 8.

O principal impasse da obra é o terreno para a construção do prédio, uma área de seis hectares, situada às margens da RSC-287, em Linha Santa Cruz, que não poderia ser utilizada em sua totalidade devido a questões ambientais. A decisão está a cargo da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul, que deveria ter votado projeto de lei, ontem, destinando o terreno para a construção do empreendimento. Até o fechamento da edição, não havia definição sobre a proposição.

Caso a utilização do local não seja aprovada, Venâncio Aires sediará a unidade do HPS. Segundo o vice-prefeito e secretário do Planejamento, Giovane Wickert, um empresário do município já fez a doação de uma área localizada na rodovia 287, próximo ao trevo de Linha Hansel. Falta, segundo ele, o aval da maioria dos municípios da Amvarp. “Muitos municípios são favoráveis à construção do HPS em Venâncio. O município em nenhum momento teve a intenção de disputar a localização, mas contribuir para que o complexo saia do papel. Há outra reunião agendada ainda para esta semana”, diz.

Pronto Socorro Regional

- Ainda em fase de planejamento;

- Deverá gerar 200 empregos diretos, incluindo médicos e equipe de enfermagem;

- Deverá ter 82 leitos, dez deles de UTI;

- Terá 8 mil metros quadrados;

- Estima-se que custe R$ 1,75 milhão por mês, valor a ser rateado entre 68 municípios da região dos Vales e Jacuí, com apoio do Estado e União. A área de atendimento abrangeria uma população de 900 mil pessoas.

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