Hoje, quarta-feira, o Estúdio de Dança Développé comemora o Dia da Bailarina. A diretora Tatiana Lehapan de Carvalho reune as alunas em uma festa à fantasia. Mesmo que tenha referências da data na Internet, não se sabe a origem da comemoração. Ainda assim, o 1º de setembro não passou despercebido em Venâncio.
Bailarina desde os 4 anos de idade, Maria Gabriela Eckert sabe explicar a sensação de estar dançando. “Eu sinto que estou no céu. É como se meus pés estivessem fazendo a música”, conta. Aos 9 anos, também é clara na hora de dizer o que é necessário para ser bailarina. “Dedicação e muito ensaio em casa. Tem que pegar o ritmo da música”, ensina. As colegas completam que autoconfiança, postura, expressão facial, concentração e delicadeza também são importantes.
Bailarina há 27 anos, Tatiana, que possui registro profissional de bailarina, coreógrafa e mestre de balé, comenta a diferença entre profissão e hobbie. Há bailarinas que estudam e vivem da dança. Outras buscam a arte como lazer nas horas vagas. E não se trata apenas do balé clássico. As bailarinas podem atuar no jazz, no sapateado e na dança contemporânea, por exemplo.
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